quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Selvagem




A minha vontade, é o teu prazer.
O teu desejo, sacia-me!
Não abres mão de uma gota do meu leite…
Não abro mão do néctar que libertas, dos fluidos que te lubrificam.
Atravessamos há muito a linha que separa o certo do errado.
O certo, deixou de ter significado após o primeiro toque.
O errado, passou a dar sentido à nossa vida.
A caminho do hotel, dentro do carro, invado-te pela primeira vez.
Levas aquela saia pelo joelho, e as meias de liga. Sentada, levantas a saia, e mostras-me a tua vulva. Excito-me. Largo as mudanças e enfio dois dedos dentro de ti.
Fazendo-te soltar um gemido. Baixas o banco e ficas confortável…
Colocas os dois pés no tablier do carro e vais apertando os meus dedos que se encontram bem dentro de ti. Retiro e saboreio aquele prazer. Estranho sabor! De tão intenso que é, excita-me.
Chegamos ao estacionamento do hotel, saio do carro, abro-te a porta e voltas a fechar. Abres o vidro, levantas a saia e metes o rabo para fora.
-FODE-ME assim…
Tremi de desejo, vontade. Ver-te assim, enlouquece-me! E este ambiente desconhecido e perigoso.
Agarrado ao tejadilho e apenas com o caralho fora das calças, fodo-te como nunca. Aquela adrenalina, aquela vontade que me perseguia desde a viagem de carro… fez-me cair na tentação de foder rápido e com força. Causando ecos ao longo do parque de estacionamento. Estava escuro, a luz tinha-se apagado pela ausência de movimento no parque. Que sensores tão fora de moda. Tivessem apontados para nós e jamais deixaram de nos iluminar.
Fazes-me sair de dentro de ti e metes a cabeça para fora do carro, agarras-me no caralho e chupas-me até libertar o leitinho que tanto desejavas. Até à última gota. Não te escapa nada.
-Trata da nossa entrada no hotel que eu espero por ti aqui.
Enquanto caminho para a saida do parque de estacionamento, olho para ti. Mordes o lábio inferior enquanto baixas a saia e te arranjas. Selvagem!
Ligo-lhe e peço para subir ao terceiro andar, quarto vinte e oito.
Oiço o bater na porta e recebo-a com o caralho novamente teso. Vejo regalo no seu olhar…
Recuo em passo lento e de costas. Despe a saia, top e descalça as sabrinas… Ajoelha-se e persegue-me em gatas… com os olhos sempre focados no meu caralho, enquanto com a língua contornava os seus lábios. Faminta!
-Vem cá, não fujas. Sabes que será tudo meu.
Não resisto. É mais do que certo que aquele caralho iria ser dela. Pelo tempo que ela desejasse.
Avanço, seguro no seu rabo-de-cavalo, e faço-a engolir aquela tesão. Vai aumentado à medida que sente o calor da sua boca, e sente a sua língua a saborear os testículos.
Faço-te engasgar e soltar umas lágrimas de sofrimento. Sufocas… e chamas-me de bruto.
Mandas-me deitar e sentas-te em cima da minha boca, fazendo-me também quase sufocar com aquela vulva toda em volta da minha boca. Não me dando espaço de manobra, a não ser, colocar a língua bem fundo na cona e sentir aquele néctar que já há muito pedia para ser libertado.
Deitas-te e fazemos o nosso primeiro 69… engoles o mais que podes, e massajas-me os testículos e o ânus. Nunca antes me senti assim… aquele toque, aquela boca quente na glande e o som que libertavas ao sentires a minha língua bem fundo na tua cona, fez-me vir novamente… Desta vez, escorria-te pela boca e eu estava lubrificado com o meu prazer nas minhas virilhas . Voltas a recuar e a manter todo aquele prazer na minha boca, enquanto com os dedos recolhias cada gotinha do meu leitinho para o engolires.
Vens-te.
Os teus gemidos, o teu contorcer de pernas em cima da minha boca, de mim.
Viras-te, e deitas-te por cima do meu corpo transpirado. Colocas as tuas mãos no meu pescoço e soltas a selvagem que trazes dentro de ti.

-Se pensas que é só isto, estás bem enganado. Hoje fodes tudo o que há para foder em mim, incluindo a alma. Não vai haver gota perdida, não vai haver minuto desperdiçado. Não sei se sou uma ninfomaníaca mas, hoje até uma ninfo se acharia uma santa.

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