quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Saudades que ficam...



Não encontro mais adjetivos para te descrever…
Irritas-me por isso, sabes?
Porque já te conheço tão bem…
Porque me conheces tão bem…
Porque sinto saudades tuas até a dormir
Saudades de te ler, de te ouvir…
Saudades dos teus ciúmes, que ocultas em silêncios prolongados…
Saudades do teu sorriso.
Do brilho do teu olhar… 
Aquele, que por vezes parece tão distante e tão perto ao mesmo tempo.
Mas uma vida para ser digna de ser chamada de VIDA, tem que carregar com ela a palavra Saudade!
E tu és a saudade da minha vida…
E haver saudade é bom… porque a saudade é amor, é paixão, é vontade, é desejo, és tu!
É um toque, um beijo, uma caricia uma entrega sem limites, és tu.
É a carência, a ansiedade… é a ausência de ti!
A saudade vive tanto na minha vida, como na tua e numas outras tantas vidas… 
Mas, é na importância, na intensidade que a sentimos que existe a diferença para todas as outras.
E na minha vida, a diferença, dessa saudade… és tu!
Serei, ou virei a ser, a saudade da tua vida?
Se isso um dia acontecer, que seja a saudade do meu sorriso, do meu toque, do meu sabor, do meu calor.
Pois aí, serei eu! Terei sido eu…

A saudade que se tatuou em ti! 

#L611 #BurningW

sábado, 24 de dezembro de 2016

Eu e Erica Fontes!




Noite de loucura que passei com este furacão!
Toca-me o telemóvel, número anónimo…
-Oi! Sou a Erica…
Erica?
-Sim, Erica Fontes… sabes quem sou?
A Erica Fontes a … actriz…
-Eu mesma. Estás por casa?
Casa? Sabes onde moro? E é mesmo comigo que queres falar?
-Sim… tens uns amigos que te querem fazer uma surpresa, dizem que vibras cada vez que me vês, que quando falas de mim, todo o teu corpo vibra, é verdade?
Não há verdade mais verdadeira que essa… ( foda-se, já estou com o pau duro )
-Então e sempre estás por casa? Posso tocar e entrar?
Claro!
FODA-SE será mesmo ela ou é uma partida?
Espreito pela porta e … CARAGO, é mesmo ela… olho para baixo, estou teso e … acabo por me vir. Assim do nada, sem me tocar? Tás parvo pá?
Não posso acreditar, logo agora é que me fazes isto?
Abro a porta, entra e recebo de bandeja um beijo louco…
-Não fosse já te teres vindo, diria que tinha tudo para correr bem, após este beijo.
Reparaste?
-Claro… essa mancha não engana!
Diz isso enquanto se baixa e coloca todo na boca… olha-me nos olhos e tira o casaco, já se encontrava sem nada por baixo…
Fico de imediato com ele teso e segundos depois… venho-me novamente, as pernas cedem e fico com tonturas… Oh que merda, mas que raio de macho és tu, penso eu…
-Isto promete… és precoce?
Descobri agora que sou…
Ajoelho-me enquanto lhe abro as pernas, deixo-me deslumbrar com aquela visão maravilhosa, beijo-a dos pés até às virilhas, como se de um escravo eu me tratasse… centímetro por centímetro… saboreio aquela pele, aquele néctar… fico novamente louco de tesão, mas dedico o meu tempo a saborear aquela tesão toda e saboreio também o rabo… ela excitasse e agarra-me na cabeça e força-me a entrar com a língua ainda mais dentro… fico sufocado, engasgo-me, empurro-a e ela cai de rabo em cima do meu cão, ele foge a ganir, acabo por não aguentar e vomito-me todo para cima dela… sai irritada e vai se lavar, veste o casaco, olha-me de cima para baixo e resmunga entre suspiros…
-E faço-te vibrar de desejo, imagina se não fizesse… nunca vi tal coisa.
Estaria a falar bem? Será que volta? Oh que coisa...
Ouço o despertador… olho para o lado, são oito horas da manhã, atrasado. Olho para a frente e FODA-SE…
Vejo a empregada, mãe, irmão e namorada do irmão a olhar-me…
Levanto os lençóis… todo nu, pau teso, todo molhado, vómito ao lado da minha almofada…
-Aquela barulheira ontem à noite só poderia dar nisto… Estiveste novamente a beber, não foi? E ainda por cima… andas a ter “ pesadelos molhados “ com uma tal de Erica?
Diz-me o meu irmão…
Foda-se… foi um sonho? Ela não chupou?!? Pergunto com um desânimo profundo.

Nós. Os três!




Não é pelo que desejas, é pela maneira com que o fizeste, e o dizes agora!
-Foder com dois? Foder contigo e com outro? Querias que pedisse como?
Não há maneira de o pedir, não é? E também já tive a minha dose.
-E se bem me recordo, adoraste… a Cátia não fala de outra coisa, que tu e eu fomos a maior e melhor foda.
Temos que voltar a dar mais uma…
-Do que esperas? Liga-lhe e pede que venha cá no fim-de-semana, passa cá o fim-de-semana e será tudo aquilo que desejas e desejo. Mas por agora, deixa-me ligar para aquele que respondeu ao anúncio que coloquei sem que soubesses…
Pois, sem que eu soubesse. Mas sim, liga-lhe.
-Hoje ás 23h! No Hotel, em Matosinhos. Podemos jantar e meter na conta do quarto que está reservado no nome dele. Depois subir ao quarto a essa hora.
Jantar saboroso, nervoso miudinho e bastante tesão em volta.
-Arranja uma distracção e vai ver como me encontro, por debaixo da mesa.
Que tesão… sem cueca e com essas bolinhas chinesas bem dentro da cona. Adoro!
Subimos ás 23h. Já se encontrava no quarto a aguardar a nossa chegada.
Perto dos cinquenta anos, charmoso, cheiroso, culto e avantajado. Tal como tinha pedido no anuncio.
De poucas palavras, mas com muita tesão. Champanhe aberto, roupas espalhadas pelo quarto do hotel.
-Venham cá os dois… tratem de mim!
Primeiro as algemas e depois a venda nos olhos. Agora estás à nossa disposição!
Seu cheiro percorreu-lhe o corpo quando se aproximou e a fez engolir aquele caralho bem avantajado. Fazendo-a parar, por se engasgar…
-Foda-se… quero mais, quero voltar a tentar engolir.
Engolir… palavra que o fez soltar um “ hummm “ tão audível que a fez estremecer.
Mesmo de olhos vendados, de mãos presas atrás das costas, aquele caralho foi todo ele sugado, todo ele naquela boca quente enquanto por traz e com as mãos a serem puxadas, ia sendo fodida no cu, com toda aquela tesão que o marido tinha e sentia ao vê-la engolir tal membro.
Bebe um pouco de champanhe, tira-lhe as bolas chinesas e pega-a ao colo.
*Deita-te na cama, que já a faço entrar nesse caralho.
Ele deita-se, com as duas mãos agarra no seu membro para o manter bem direito enquanto o marido a faz deslizar sobre aquele caralho tão grande.
Solta um gemido de prazer… fica sentada e vai se satisfazendo com aquele membro bem teso e enorme na sua cona… Tratando-a como uma deusa, deixa que se satisfaça naquela tesão, enquanto lhe vai alternando entre a fazer engolir também o seu membro e lhe mordendo suavemente os seus mamilos.
Ele vem-se como nunca antes tinham visto… ele estremece, ele grita, ele geme, ele deita tanto esperma que toda ela fica untada dele.
Levanta-a e faz entrar aquele membro já não tão teso, mas ainda carregado de esperma, naquela boca quente e carente. Lambe cada pedacinho, cada gota e saboreia-se. Passando a língua pelos lábios. Sem saber, acaba por excitar em muito, o seu marido.

Baixa-lhe a cabeça até pousar na cama, agarra as suas mãos e fode-a com toda a tesão, deixando uma mistura de esperma pela sua intimidade… Tiram as algemas e a venda, colocando-a no meio, um pela frente outro por traz, fazem-se entrar uma vez mais nela. Um na cona, outro no cu e assim terminam como ela tanto desejava que terminasse aquele seu fetiche. A ser fodida por dois, sem vergonha, com muita vontade e prazer.

Sou o que quiseres...




Se eu te chamar de putinha e tu me chamares de cabrão enquanto te fodo… Vais te sentir ofendida ou insultada?
Vai cortar o momento ou vai estragar aquilo que de tão bom tem acontecido até agora?
Vais continuar a pedir-me que te coloque de quatro, que te abra as pernas, me ajoelhe perante tal deslumbre e te lamba até a minha língua ficar dormente…
Ou vais simplesmente deitar-te, fechar as pernas, elevar o mais alto possível essas pernas e me implorares que entre bem dentro dessa tesão… com ele bem duro, como gostas.
Vais deixar de me querer agarrar no caralho com as duas mãos para então depois te perderes nesta glande, que já conhece tão bem essa tua língua, essa tua boca quente.
Sei lá… lembrei-me agora…
Se te chamar de putinha enquanto debaixo do chuveiro coloco as tuas mãos na parede, afasto-te as pernas e de rabo empinado te fodo ao ritmo que a água escorre pelos nossos corpos.
-Para, por favor…
Podes me chamar de putinha, de puta, de vadia… chamo-te de cabrão, chulo, tesudo… o que quiseres, mas pára de me foder a alma e vem cá, fode-me como nunca…
-Vem cá…
-Vou mas já que dizes que te estou a foder a alma, vou continuar a fazê-lo até que me chames todos os nomes, e implores que te foda o corpo.
Deito-te na cama e abro-te as pernas, gosto de ti assim, exposta para mim, para explorar e provocar-te até não aguentares mais. Lambo toda essa humidade que libertas e delicio-me com o teu sabor, fodo-te com a língua enquanto te acaricio o clitóris, sei que gostas e nada me dá mais prazer que ver o teu prazer.
Quando sinto que estás quase a vir-te paro, estou tão duro que até dói e roço-me em ti, isso então deixa-te louca, fora de ti. É quando perdes toda a compostura, e cheio de tesão, chamo-te de putinha, a minha putinha.
– Cala-te e fode-me cabrão.
Levanto-te as pernas e continuo a roçar toda esta minha tesão, de repente entro em ti sem esperares, arrancando-te um gemido, misto de dor e de prazer. Agora sim és a minha puta!
A tortura foi tão grande que também se virou contra mim, e quando me dizes que te vais vir é música para os meus ouvidos.
Não aguentamos, dou-te mais uma estocada bem funda e explodimos os dois num orgasmo estrondoso e intenso que nos deixa meio alheados da realidade. Quando me dizes:

-Fodeste-me bem a alma mas o corpo melhor ainda, a partir de hoje chama-me o que quiseres...

Escrito em parceria com : " Miss Kitty " 

#L611 #BurningW

Tu e Eu!





Não leves a mal o que te vou dizer. Lembras-te da noite que me querias, eu te queria e acabamos por nos entregar. Diria, em modo soft.
Pois, no teu beijo doce, queria ter-te mordido os lábios. No teu toque suave, queria me ver marcado pelo chicote que escondo na gaveta.
Essas tuas mãos lisas a descobrirem cada milímetro do meu corpo. Cada trilho por elas percorrido, foi tão bom. Sabes, teria adorado se ao invés do teu modo suave me deixasses marcas das tuas unhas, fazendo com elas caminhos ou apenas traços de prazer.
E o teu modo doce de me lamber e beijar… Quando me encontrava com os olhos fechados, perguntaste-me se estava a gostar. Estava, muito.
Mas não te escondo que preferia que tivesses mordido a minha pele, tatuando os teus lábios em mim a cada mordida.
E quando por cima de mim, te movimentavas, saciavas e te entregavas com todo aquele amor que só em ti conheci. Com todo o romantismo que és, que lês e imaginas ser a vida. Eu, imaginava que estarias ali para me dominar. Fazendo de mim o teu escravo ou o teu submisso.
Sei que te dei todo aquele esperma, que te escorria pelas pernas. Foi visível enquanto te levantavas… percorria-te.
Sabes, teria sido especial também, se tivesse sido como eu queria.
A segunda vez, foi muito bom. Possuir-te por trás deu-me ainda mais prazer. Mas ver-te ali, submissa mas, sem poder te deixar a minha marca. Esse momento…
Preferia te ter puxado os cabelos com uma mão. Com a outra colocava dois dedos na tua boca. Encaixado em ti e em cada estocada que te desse, ia te chamando de tesuda, vadia ou mesmo de puta. Bem junto ao teu ouvido… libertando o calor da minha respiração, no teu pescoço.
Talvez abrandasse o ritmo mas, continuaria um bruto na estocada. Iria sentindo a pele das tuas pernas, os teus pés delicados e saboreado o teu rabo. Talvez deixasse que o ritmo fosse pausado ou mesmo interrompido por momentos, para me ajoelhar por trás desse teu prazer, para te lamber o rabo bem fundo, onde poderias sentir a tua alma a ser invadida.
Teria voltado à posição anterior. Voltado a foder a tua cona à bruta, o rabo sem piedade e ai, iria ouvir o gemer da tua alma a pedir piedade.
Teria te tatuado como nunca.
Mas, essa noite, recordo-a com carinho, ternura e amor. Merecias isso.
Se fosse recordada com um morder do lábio inferior, um cerrar dos dentes ou mesmo um arrepio daqueles que te fizessem despertar todos os sentidos. Terias tido outro prazer, um prazer demoníaco.
Não me leves a mal o que te vou dizer mas, tu és uma foda romântica do melhor.
Mas a ser dominada e explorada… serias uma Deusa!
Para a próxima, a nossa próxima, não me fodas, não me deixes voltar a ser romântico ou mesmo doce. Bate-me, arranha-me e deixa a tua marca em mim.
Deixa que te foda como nunca. Quero ser recordado assim.

Não me leves a mal o que te vou dizer… mas, para a próxima deixa que te foda.

The smile of pleasure




-Tu dás comigo em doida…
-Tu dás comigo em doida…
-Por favor…
-Acaba com isto… dá-me tudo aquilo que quero sentir. Que preciso sentir. Imploro-te!
Calma meu doce… A noite ainda agora começou…
Respondia numa voz serena, ao mesmo tempo que tirava o cinto das calças…
Enquanto o tiro, admiro a sua beleza aninhada com a sua fraqueza…
A fraqueza de não suportar a dor, o retardar de um momento de prazer… do provocar, do toque sem a fazer vir…
A sua beleza, não está no seu corpo… não é ele que me fascina. É a sua postura… a sua confiança e a sua mente aberta para todo aquele ambiente criado para ela. Apenas para ela…
Velas acesas no chão
Incenso a queimar
Algemas que lhe prende os tornozelos…
Os pulsos atrás das costas.
Joelhos unidos em cima da cama com o  rabo levantado…
Rosto na almofada…
Olhos brilhantes
Lábio inferior já marcado por tanta mordidela…
Mordaça ao lado do rosto… Não para ser usada. Apenas para causar a dúvida, a incerteza… Do que poderá vir. Não irei usar… mas ela não sabe.
O “ pânico “ está instalado. O desejo é visível à flor da pele… arrepiada.
Momentos antes, duas gotas de cera derretiam e caiam sobre a sua pele… marcando o seu rabo, ao mesmo tempo que com a língua percorria a sua vulva. O meu olhar viu em câmara lenta cada gota a cair… E os meus ouvidos, gravavam os seus gemidos. Um misto de dor e prazer.
Já escorria… a minha língua recolheu aquele seu néctar. De pura tesão.
Já com o cinto na mão, faço-o estalar, após o dobrar em dois…
Ela solta um gemido…
-Bate-me, sim… bate-me. Portei-me tão mal.
Aproximo-me da sua cabeça, coloco-me de joelhos… levanto a mão e com o cinto marco-a…
O seu olhar carregado. Os seus gemidos saíram com tanta naturalidade, que mesmo ela se sentiu, possuída.
Engole em seco…
Aproximo-me do seu rabo… coloco o anel de pénis, e faço-me entrar no seu cu.
Grita.
Sim, grita! Mais alto, sua puta…
-Sim… Chama-me de puta. Diz que sou a tua puta…
Por trás vou fodendo-lhe o corpo, entrando cada vez mais fundo. Teso, duro… Como se tivesse a morrer de fome, e aquele fosse o meu alimento.
Ali, alimento-me daquele corpo. Sacio a minha sede, nos seus gemidos… E momentos antes de nos virmos… satisfaço a minha alma… Entregando-a!
Saciados…
Assim ficamos… ela… ali, aguardando que eu tirasse tudo aquilo que lhe prendia os movimentos. Com o olhar fixado em mim, sorrindo.

Eu… ali… observando a sua pele arrepiada e o seu corpo saciado, ainda estremecendo como se ainda estivesse a sentir aquele orgasmo.
Sim... já sei qual é a tua pergunta.
Escorre sim, escorre essa fusão do nosso prazer, pelas tuas pernas.
-Gosto tanto...

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

As minhas regras... parte II




Saio do banho em modo triunfante, hoje foste o que eu quis, deixaste de ter esse poder sobre mim.Completamente despido e com as gotas a percorrer-me todo este meu corpo nu, regresso ao quarto e…
-Admirado?
Sim, sem dúvida. Tinhas saído, não tinhas?
-Não, apenas bati com a porta. Voltei para o quarto e agora, vais ver quem manda.
Hoje mando eu. Digo-lhe antes de ser silenciado com um dedo, humedecido na sua vulva, e colocado nos meus lábios. Aquele sabor intenso, faz-me ficar teso.
-Mas quem te disse que tens ou poderias ter esse poder? Tu és meu, não sou eu que sou tua. O jogo, continua a ser meu, as regras minhas e tu, tu continuas a ser meu quando eu quero.
Não era esse o teu desejo, apenas me querias provocar, para te foder, tal como te fodi à momentos. 
Fazer-te sentir dominada… Deixar de ser o teu príncipe encantado,te foder como um leão, te tratar como uma escrava sexual. 
Com um caminhar confiante aproximo-me e abraço-te, abraço apertado, carregado de vontades. 
Beijo-te, com a língua percorro todos os caminhos do teu corpo.
Aperto-te a face, faço-te ajoelhar e com essa boca aberta, meto o caralho bem dentro, devagar mas com todo aquele fervor que me percorre, sinto o desejo que te invade.
Mais a baixo, faço-te chupar cada testículo, enquanto me masturbo… sinto-me completamente envolvido com a tua saliva, molhado, louco de tesão.
Enquanto continuas a lubrificar-me por completo, com o olhar, procuro o óleo que quero verter sobre o teu corpo… encontro, rasgo-te as roupas que acabas de vestir, soltas um gemido, pego no óleo e faço-o escorrer desde os ombros até à cona. 
Desta vez soltas um grito de excitação, ao sentires aquele óleo frio a chegar-te ao clitóris e se envolver por toda a parte externa da tua cona. Massajo cada trilho desse corpo nu, marcado pelas roupas arrancadas à bruta, pelo óleo que escorre e se envolve com a transpiração de prazer.
Aperto-te os seios, os mamilos ficam rijos e hirtos… a tua respiração fica em sintonia com a minha. O uníssono dos nossos gemidos, transformam aquele momento de prazer, na música ambiente. 
Deito-te e mais a baixo, exploro-te por completo, com a língua, com todos os dedos que tenho na minha mão direita, enquanto gemes e agarras cada centímetro de lençol para o colocares na boca e silenciar aquele teu momento de pura excitação. 
Levantas o rosto para me ver afundar na tua cona, olho-te com um olhar safado, olhas-me com uns olhos de quem implora que acabe com aquilo e te rasgue por completo.
Subo, junto-te as pernas, entro e fodo-te… fodo-te à minha maneira. 
Levanto cada vez mais as pernas, para sentires cada centímetro, enquanto te coloco os dedos na boca, silenciando-te e dando-te o prazer de chupares o que trago de ti.
Vens-te e deixas-te cair num desgaste tremendo… rosto transpirado, seios rijos, barriga suada, cona bem lubrificada e pernas trémulas… as tuas forças esgotaram. As minhas, não!
Viro-te e por traz, fodo-te à bruta, gemes com cada investida que faço, sem piedade, entro com tudo… e acabo por me vir e deixar toda aquela tesão dentro de ti.
Não te abraço, não te dou carinho, não te beijo… levanto-me, também eu com as pernas trémulas, fazendo-me de forte… caminho até à porta e volto-me, para te ver hoje pela ultima vez… continuas com esse olhar, olhar carregado de tesão e carente de prazer.
Solto um sorriso triunfante… uma vez mais, quem mandou, fui eu. 
E tu gostaste!



sábado, 17 de dezembro de 2016

Colega...




Debaixo da mesa. Tocas-me com os pés, excitas-me, tal como me fizeste ontem...
Hoje vinha decidido que os tocava, tirava toda aquela excitação que se encontra dentro das minhas calças, e fazia-te percorrer e sentir as minhas veias salientes, nos teus pés, nos teus dedos... enquanto o meu olhar te ia despindo, frente a frente... sorrias e deitavas-me esse teu olhar de quem não espera nada, e quer tudo.
Aquele ambiente, o perigo de surgir alguém, excitava-te, excitava-me... soltas os pés das minhas mãos... do meu caralho, e segues directamente para o wc...
Voltas-te e com um gesto, pedes-me que te siga...
Estás doida, só pode... pensei eu. 
E estava... wc das senhoras, perna levantada, cueca desviada e dois dedos dentro dela... Assim foi a primeira visão ao entrar. Chego perto, fazes-me saborear os teus dois dedos. Intenso, digo-te.
Suplicas que entre em ti, com todo aquele fervor, com todos os centímetros que ele tem, que o fizeste ter, e que exiges sentir, neste ambiente, que te excita.
Sentes cada veia, cada pulsar, cada centímetro a foder-te a deixar-te uma marca que jamais será por ti, esquecida... 
E dizes isso mesmo, entre sussurros, enquanto te vais virando e me beijando. 
Não aguento muito mais, digo-te.
Mas estás insaciável, e pedes-me que não pare... que continue bem dentro e mais rápido... baixo-te a perna e junto-as, bem apertadinhas, coloco-te contra a parede, entro em ti, apertas os teus músculos vaginais e fazes-me sentir ainda mais excitado... agarro-te no pescoço, fodo-te mais rápido e com mais força, enquanto te encosto os meus lábios, a minha língua ao teu ouvido... gritas alto, tapo-te a boca e deixo-te tudo o que me fizeste sentir, bem dentro da cona.
Voltas-te, arranjas-te, olhas-te ao espelho e plantas um beijo suave nos meus lábios…

Caminhas lentamente, para o teu local, aguardando pela minha chegada que é feita entre passos descoordenados.
Olhas-me, mordes o lábios e passas a língua... levas um dedo à boca. Chupas. Os teus olhos brilham...



Deixa-te de merdas e vem cá!




Não queria e nem devia. Mas ligo-te só para te irritar. Porque também me irritas por te desejar tanto.
Olá…
-Olá! Estás bem? Estou com saudades.
(derreto-me) Eu também…
-Se tens saudades. Vem cá! Vem saciar-te em mim.
(provoca-me) Assim? Do nada?
-Do nada, é melhor! Do nada é mais apetecível. Do nada se faz muita coisa e se alimenta outras tantas.
 (apetece-me) Que estavas a fazer?
-Estava com o telemóvel nos meus seios. 
Nua! A aguardar que me ligasses… aguardar que ele vibrasse, para me excitar e enrijecer os mamilos.
(cheio de tesão) E se eu…
-Calma, ainda não terminou. Estava com o vibrador que tenho na mala… aquele do tamanho de um dedo e que vibra. 
E com as pernas elevadas. Os pés no espelho do quarto, para ver bem a minha cona a ser fodida por este vibrador que tanto uso deste em mim…
(FODA-SE QUERO TANTO FODER-TE) E se eu não ligasse?
-Eu sei que tu ias ligar. Sais-te há momentos. Não ias resistir em me ligar. 
Estás louco por me foder, estás louco por me chupar os mamilos, agarrar-me as nádegas e foder-me a cona com esse pau bem duro. Ou pensas que não sei que é assim que me queres. 
Deitada e de pernas cruzadas por cima das tuas costas, enquanto me mordes os mamilos, fodes a cona e agarras-me as nádegas. E de vez em quando metes dois ou três dedos neste cu que já sente falta das tuas estocadas brutas.
(Sinto-me a escorrer) Odeio-te por me conheceres tão bem. E me foderes a mente ainda melhor…
-Só a mente?
A mente, o corpo… a alma.
-Deixa-te de merdas… Vem cá rápido. 
Enquanto falava e ouvia a tua voz, vim-me… não te apercebes o impacto que tens em mim? 
FODA-SE! Vem cá, deixa-te de merdas.
(baixo as calças… e vejo-me a escorrer…) Vou! Vou já. Quero-te pronta para ser comida.
-Vem, rápido. Que a refeição hoje, sou eu. E ao deitar preciso beber do teu leitinho…
(sinto-me perdido e louco de tesão) A caminho...

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Alimenta-me




Telemóvel toca…
-L611?
Sim…
-Quero que me uses para os teus fetiches, para os teus desejos. Que me faças tudo aquilo que mais desejares. Como nos teus textos…
Primeiro… Quem és?
-Alguém que nunca irás esquecer…
Veremos… De qualquer forma… Porque haveria de querer estar com alguém que nem sei quem é?
-Meu querido… tu irás saber quem eu sou, quando estivermos lado a lado. Agora, só te peço. Usa-me para teu proveito…. Pois o teu proveito, será a minha sobremesa.
Aguardo por ti no hotel… às 22h. Não suporto atrasos. Nem muito menos desculpas de ultima hora.
-Lá estarei…
Toque para o telemóvel, abro a porta do quarto. Ali estava ela…
Morena, pouco mais de um metro e sessenta, cabelos pelos ombros, sorriso lindo. Salto alto, unhas dos pés e mãos pintadas de preto…
Vestido e nada mais.
Seios ligeiramente descaídos mas, que sobressaíam naquele belo vestido.
-Então é aqui que irei ser tão tua quanto desejo…
Será aqui, ou a onde eu quiser!
-Gosto da tua voz autoritária e firme. Mas, comigo não resulta. Eu vou penar, e quem sabe implorar. Mas tu irás voltar a querer e não haverá um fim…
Enquanto tomo um duche, despe-te e senta-te na cadeira…
-Gosto da cadeira… abraço as costas da cadeira ou preferes que me sente e levante as pernas?
Que confiança… Vamos ver se és assim tão confiante daqui a pouco…
De joelhos na cadeira, de frente para a cama, abro-lhe as pernas, amarrando aos tornozelos a corda vermelha que se encontrava nos pés da cama.
Coloco a venda, mordaça de bola na boca e com a pluma percorro-lhe desde o pescoço até ao fundo das costas… causando um arrepio que a faz soltar um gemido. Volta-se e como se fosse possível olhar pela venda, tenta perceber o que irei fazer a seguir.
Seguro-lhe nas mãos, e ato-as atrás das costas. Pego numa almofada e coloco-a por cima dos seus seios, nas costas da cadeira. Confortável e pronta para mim.
Pego em quatro pedras de gelo e coloco-as sobre as suas costas. Acendo uma vela e faço cair umas gotas de cera sobre a sua pele… Abro um frasco de óleo e despejo-o por completo no seu corpo.
Com a língua percorro-lhe o ânus, desço à sua vulva e degusto todo o seu néctar ali libertado. Excitada e bem lubrificada, faço entrar dois dedos na sua cona… Tento perceber o que me diz… Paro, retiro-lhe a mordaça.
-Prefiro o teu caralho em mim. Fode-me… Ou invade-me com mais. Isso é pouco para mim.
Todo eu estremeço…
Com o caralho já teso, fodo-a e meto dois dedos no seu cu… Paro, ajoelho-me e saboreio aquela lubrificação natural vinda da sua intimidade.
Faço entrar, dois, três, quatro e por fim, os cinco dedos. Tenho a mão dentro da sua cona. Fazendo desaparecer por completo. Bem dentro, exploro-a, toco-lhe em todos os pontos da sua intimidade ao mesmo tempo que vou saboreado o seu ânus.
Solta um gemido abafado. Como se tentasse ocultar aquele seu momento de puro prazer.
Já cada gota de suor lhe percorria o rosto, seios e costas. Já a sua maquilhagem lhe manchava o rosto. Já as gotas de cera, gelo e óleo tinham desaparecido.
-Deixa-me te chupar esse caralho e também ficar com o teu sabor.
Devagar, retiro a mão e chupo cada dedo, ficando com o seu néctar. Em frente à cadeira, agarro-lhe nos cabelos, levanto o seu rosto e faço entrar o meu caralho bem teso na sua boca… Chupa-o até se engasgar… umas vezes devagar.
Outra rápidas e por fim, bem fundo. Sinto-me pronto a deixar aquele leitinho todo.
Paro. Recuo.
Volto para trás. Com a língua percorro as suas costas, desde o seu pescoço ao rabo. Esfregando o meu caralho na sua cona. Toco-me e faço sair aquele prazer. Encho-a de mim.
Lentamente, retiro as cordas e a venda. Sento-a. Olho nos seus olhos e pergunto. Pronta para mais?

-Espero que tenhas uma lista enorme de fetiches e que eu seja a tua cobaia. Sim, pronta para mais. Muito mais…

domingo, 11 de dezembro de 2016

Na banheira




São 19h, apareces à porta do meu apartamento.
Abro a porta. Saio. Encosto a porta. Sussurro-te ao ouvido…
Sem olhar, sinto-te a tremer… se houvesse um buraco, enfiavas-te nele …
Dou-te a mão. Abro a porta e entramos.
No espelho da entrada, reparo que me observas… Os teus lábios tremem...
Vens com as unhas pintadas de vermelho. Mãos e pés. Gosto tanto. Deu-me uma vontade de tocar e beijar…
Mas não o faço.
Chegamos à porta do quarto.
Os teus olhos brilham, as tuas mãos tremem. Ficas sem jeito. Sem saber como colocar as tuas mãos, se na cintura, se unidas.
Pergunto-te se estás preparada…
Engoles em seco.
Com a cabeça, dizes que sim.
Abro a porta, e deixo-te entrar em primeiro.
Após dois passos, paras. Voltas-te para trás e olhas-me nos olhos.
- Vamos usar isto tudo?
Com o olhar naquele quarto e sem te olhar nos olhos… pergunto-te.
Usamos apenas o que quiseres usar… Mas há mais!
-Mais ainda? Perguntas-me enquanto me olhas nos olhos…
Gostas de me olhar nos olhos, dizes-me… Tranquiliza-te.
FODA-SE! Que não sejas sempre assim… Penso eu.
Molas para mamilos. Os teus são enormes.
Pelo menos, dão volume nesse vestido.
- Podemos tentar.
Diz-me enquanto me olha nos olhos.
Despe-te, toma um banho e vem ter comigo.
Dispo-me por completo… e vou admirando o seu corpo por trás daquele vidro transparente da banheira.
Entro e faço-a estremecer, quando sente as minhas mãos a percorrer-lhe o corpo pela primeira vez.
Desde os seus tornozelos, subo lentamente… a água escorre pelos nossos corpos, o meu caralho enrijece.
Agarro em dois frascos de creme, e despejo-os sobre o seu ânus, massajo-o suavemente com um, dois dedos… até que os faço entrar por completo.
Dois dedos, mais um… e aos poucos faço com que metade de cada dedo de uma mão esteja dentro de si.
Vira o rosto para trás e pede-me que a foda.
Não tenho aqui preservativos… tem calma
-Eu não me importo, juro. Quero é que me fodas.
Não! Digo-lhe… Calma, relaxa…
O seu corpo implorava por mais… sai da banheira, agarra nos preservativos e rasga um, dois, três… e coloca-os todos na banheira.

-POR FAVOR! Não me peças para relaxar, nem para ter calma… Estou a escorrer pelas pernas, não vês? Não sentes? Por favor… Fode-me…  Fode-me até à alma…


Quantas foram...



Quantas vezes já deste conta que sobrevives ao invés de viver?
Quantas foram as vezes que ouves e lês coisas e sentes um vazio enorme em ti?
Quantas foram as vezes que fechada no quarto, choraste… no início sem perceber bem porquê, até as lágrimas começarem a secar e perceberes que cada uma delas, teve um significado…
Quantas foram as vezes que já imaginaste, que um dia, não terás muito por contar…
Que um dia, foste alguém que não sonhaste ser.
Que um dia, poderias ter tentado ser feliz e não tiveste coragem.
Que um dia, tudo isto e aquilo que és, poderia ter sido evitado…
Diz-me…
Quantas foram as vezes, que te apeteceu desaparecer…
Diz-me, sem que com isso esperes um passar da minha mão pelo teu cabelo, como forma de lamento ou pena pelo que tens vivido, sobrevivido.
Diz-me, querias estar num outro lugar, não querias?
Querias estar a ser abraçada.
Beijada
Compreendida.
Querias, tudo isso… mas não tens.
Quantas foram as vezes que te apeteceu mandar tudo à merda…
E quantas foram as vezes, que gostarias de viver mesmo ao lado dessa pessoa que te fez ver, enxergar, que tu não vives, sobrevives.
Sem brilho no olhar…
Quantas foram as vezes, que até vergonha de ti sentias ao sair de casa…
Quantas foram as vezes, que estando rodeada de gente, te sentiste perdida, abandonada, tão só!
Quantas foram as vezes, que olhando por uma janela, achavas que o mundo lá fora era tão diferente do mundo em que te encontravas.
Diz-me…
Que um dia, isto tudo, não irá passar de um “ fui “ … e será vivido como um, SOU!

Fui alguém, que não sou  mais! 




quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Uma viagem só nossa...




Liguei-te!
Desce! Disse-te sem demoras.…
Momentos antes, ordenei-te que viesses de meias de liga. Saia. Sem cuecas, sem soutien.
Queria ter tudo sobre controlo. Saber que se me apetecesse abrir as tuas pernas enquanto conduzia. Poder enfiar os meus dedos dentro de ti, sem ter nada a impedir. Apenas tu, a saia e de perna aberta.
Tirar um seio para fora, apertar os teus mamilos. Inclinar a cabeça e chupar, morder.
Colocar a minha mão entre a tua perna e as meias… sentir aquele toque. O quente da minha mão, com o frio da tua pele. A suavidade das meias…
Conduzi sem destino. Os meus olhos dançavam entre a estrada que percorríamos e os teus mamilos. Entre o teu olhar e os teus dedos que insistiam em te penetrar ao mesmo tempo que me ias olhando.
Ver os teus pés no tablier. Carros a passarem… A escuridão da noite ocultava o que ali se passava. Aquele momento de prazer.
Mordias os lábios… Excitavas-me. Excitavas-te. Devoravas-te!
Entre toques, devolvias à minha boca os teus dedos. Para te saborear. 
Escorrias… dizias-me tu entre gemidos.
Aquela imagem dos teus pés elevados, tua intimidade exposta e a ser explorada por ti, por mim. Teus seios carentes do meu toque. Teus mamilos rijos e aguardar a dor que te excitava. A minha mordida.
Eram os teus gemidos a música que nos acompanhava.
Vinhas-te e orgulhosa, dizias-me. Chamavas-me de louco, mas continuavas.
Seguravas-me a mão. Encaminhavas para onde mais te apetecia… tua boca, tua intimidade, teus mamilos… Cada toque excitava-te mais.
Sabias que não havia destino esta noite. A noite era aquilo mesmo, ir para bem longe e voltar do bem longe. 
Sem paragens. 
Apenas os nossos toques, desejos, vontades. Ali mesmo, sem paragens.
Tiras o cinto. Desapertas-me as calças. Seguras bem firme naquela dureza, tirando-a para fora. Deixando-a à tua mercê.  
Regalas os olhos. Mordes os lábios. Encostas os lábios bem junto ao meu ouvido e sussurras-me.
“ Agora quero que te venhas para a minha boca… ao mesmo tempo que quero ouvir-te gemer o meu nome… “
Foi um regresso perfeito, o teu nome foi gemido por mim. E engoles tudo aquilo que foi criado na nossa viagem.
Beijas-me… e deixas-me um: Até amanhã…

O teu sorriso diz muito… Foste, mas foste a sorrir…

Saciar o que há para saciar...



Subo as escadas. Segues-me.
Continuo nervoso. Não sei como irá correr. Nem sei se a coragem não irá abandonar-me.
Sentes esse nervoso miudinho.
À porta, olhas-me nos olhos. Perguntas-me se estou bem. Estou. Digo eu, com o mesmo sorriso…
Dás-me a mão. Sorris. Sorriso confiante e tranquilizante.
Vai correr bem… Iremos foder, matar esta fome. Saciar os nossos corpos.
Não quero mais, não queremos mais. Sabemos o que podemos ter um do outro…
Eu sei. Digo-te.
E se… E se…
Entramos, descalças-te. Ficas ligeiramente mais baixa. Abraças-te, beijas-me.
Sentes o calor do meu peito no teu rosto.
Pedes-me que te tire a roupa. O nervoso começa a desaparecer… Tiro-a!
Com ternura. Deixando-te em lingerie.
Fazes-me o mesmo. Mas, deixas-me nu.
Beijas-me os mamilos. Mordes ao mesmo tempo que me agarras e apertas o caralho com a mão.
Soltas um “ hummm “
Olhas-me lá bem de baixo. Sorris. E voltas a gemer ao saborear-me pela primeira vez. Expões e chupas aquela glande. Onde escorria a primeira gota…
Chupas cada vez mais rápido e mais fundo. Molhando-a, apertando-a. Engolindo-a toda até quase te sufocares. A tua saliva e aqueles fluidos já se fundiam à muito nessa boca. Fazendo todos aqueles barulhos que te davam prazer.
Paras… Fazendo-me soltar um gemido de reprovação. Queria mais…
Piscas-me o olho e sorris. Sorris com aquele sorriso provocador, ao mesmo tempo que mordes o lábio inferior.
Encostas os teus seios à parede. Elevas o queixo. Fazendo os teus cabelos caírem sobre as costas… As tuas mãos abrem, o mais que podem, o teu rabo.
Empinas o rabo, e ficas em bicos de pés. Para ficares à altura do meu caralho, pronta a ser agarrada, fodida. Mal tratada!
Agarro-te o cabelo, puxo-o! Bato-te. Marcando a minha mão em ti. Soltas um gemido de dor, dizendo o meu nome entre gemidos.
Fodo-te! Invado-te por completo. Trato-te tão mal quanto desejavas ser tratada.
Gemes tão alto e escorres tanto, que já as tuas pernas e tornozelos foram invadidos pelos nossos fluidos.
Fodo-te cada vez com mais força, enquanto te admiro ali, de rabo empinado e em bicos de pés. Pés tão excitantes.
Enquanto o uníssono dos nossos gemidos dita o que ali aconteceu. Tatuo o meu nome na tua alma… Deixando também o teu na minha.

Fodemos. Sim, fodemos!

Quem sou eu afinal?



Quem sou eu afinal?
Um pedaço de carne… ossos, pele!
Um sorriso, por mais fingido que seja.
Um olhar triste ou sem rumo?
Quem sou eu afinal?
Serei aquilo em que me tornei.
Por vezes vazio. Outros sem graça.
Umas vezes feliz e de coração cheio.
Com saudades… sentindo falta de algo.
Sinto tudo aquilo que me fez sofrer.
Sou a alegria de quem me cativa.
A tristeza de quem me magoa.
A raiva de quem me fez mal.
Sou um amigo.
Ou serei eu apenas um clique? Uma visão? Ou algo virtual?
Quem sou eu afinal?
Sou a imagem da vida que levei. Do sofrimento e da alegria que tive.
Eu sou aquilo que cada um planta em mim.
Amor
Confiança
Felicidade
Alegria
Simpatia
E por vezes, até tesão.
Mas quem em mim, planta coisas menos boas… Ou quem me julga sem antes perceber ou me conhecer. Sem saber a origem das minhas lagrimas ou atitudes…
Colhe…
Colhe indiferença, distância. Colhe arrogância!
Mais não colhe, porque não sou de ódio. Não permito que tal sentimento se instale em mim. Não quero ser aquilo ao qual não admiro nos outros. Aquilo ao qual procuro me afastar.
Quem sou eu afinal?

Sou e serei aquilo que plantares. 

#L611 #BurningW

Quase romântico...




Os dias em que fui tão romântico.
Fui um fora de série, diria.
Fui mesmo.
Até me surpreendi. Senti-me um D. Juan.
Era chegar a casa, pegar numa quantidade de velas… acender cada uma delas.
Espalhar pela casa…
Na entrada, na sala, na cozinha…
Até no WC… para ver a dança da chama dessa vela, em sintonia com o meu corpo. Reflectidos nas paredes…
No quarto espalhava umas quantas à volta da cama… enquadradas umas com as outras. Deixando aquele brilho e aroma percorrerem aquele canto tão meu, tão especial.
Os cheiros de umas fundiam-se com outras… Cada passo que dava, era um novo cheiro. Um cheiro por mim criado.
As rosas misturaram-se com o mel.
A canela com a avelã.
A baunilha misturou-se com o aroma de frutos silvestres.
Confesso que o meu coração palpitava cada vez que inalava cada um desses cheiros. Todos eles, faziam de mim uma pessoa melhor.
Cheguei a estar a despir-me e ver o meu corpo reflectido numa das paredes. Reflectido por aquela chama. Aperfeiçoado pelo aroma a canela.
Senti-me apetecível. Diria, irresistível.
Jantei à luz das velas. Eu, aquela luz, aquela fusão de cheiros.
Passado uns dias…
Tudo mudou!
Veio o técnico da EDP e finalmente ligou-me a luz.
Agora o encanto passou. Mas ao menos já encontrei o sabonete que tinha caído enquanto tomava banho no outro dia.
Encontrei os ditos boxers que tinha atirado ao ar num dos meus momentos de loucura. Ao fazer um strip ao som dos gemidos dos meus vizinhos e à luz dessas velas.

Terminou assim uns dias do meu “ eu “ romântico

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Serei eu imune...




O dia podia até começar com um beijo teu, um abraço ou mesmo uma foda.
Mas não será assim. Porque eu estou imune a ti.
Estou imune ao teu cheiro... até o podia inalar mas, era indiferente.
Até poderia reparar nos teus mamilos a quererem saltar, até poderia reparar nas tuas pernas descobertas, nos teus pés nesses saltos altos. Que me excitam… ou poderiam excitar, caso não tivesse imune a ti.
Até poderia sentir o meu caralho a erguer-se ao ver-te morder o lábio inferior.
Poderia sentir as minhas pernas a perder forças quando visse esse decote.
Esse sorriso.
Esses cabelos que dá vontade de tocar. Acariciar… amarrar e puxar contra o meu peito.
Até poderias me dizer que não tens roupa interior, que te sentes húmida, que a tua boca é quente e o teu beijo sabe a nata.
Que queres.
Que desejas.
Que pensas e anseias.
Que também tu estás imune às minhas tentativas de sedução.
Sabes…
Estou imune a ti.
Resta saber, até quando essa imunidade permanece em mim.
Até quando te sou indiferente.
Até quando te irei resistir e se irei querer te resistir.
Serei eu imune a ti, ou será apenas um quebra-cabeças e uma tentativa de me enganar!

Serei eu imune… 

#L611 #BurningW