quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Uma viagem só nossa...




Liguei-te!
Desce! Disse-te sem demoras.…
Momentos antes, ordenei-te que viesses de meias de liga. Saia. Sem cuecas, sem soutien.
Queria ter tudo sobre controlo. Saber que se me apetecesse abrir as tuas pernas enquanto conduzia. Poder enfiar os meus dedos dentro de ti, sem ter nada a impedir. Apenas tu, a saia e de perna aberta.
Tirar um seio para fora, apertar os teus mamilos. Inclinar a cabeça e chupar, morder.
Colocar a minha mão entre a tua perna e as meias… sentir aquele toque. O quente da minha mão, com o frio da tua pele. A suavidade das meias…
Conduzi sem destino. Os meus olhos dançavam entre a estrada que percorríamos e os teus mamilos. Entre o teu olhar e os teus dedos que insistiam em te penetrar ao mesmo tempo que me ias olhando.
Ver os teus pés no tablier. Carros a passarem… A escuridão da noite ocultava o que ali se passava. Aquele momento de prazer.
Mordias os lábios… Excitavas-me. Excitavas-te. Devoravas-te!
Entre toques, devolvias à minha boca os teus dedos. Para te saborear. 
Escorrias… dizias-me tu entre gemidos.
Aquela imagem dos teus pés elevados, tua intimidade exposta e a ser explorada por ti, por mim. Teus seios carentes do meu toque. Teus mamilos rijos e aguardar a dor que te excitava. A minha mordida.
Eram os teus gemidos a música que nos acompanhava.
Vinhas-te e orgulhosa, dizias-me. Chamavas-me de louco, mas continuavas.
Seguravas-me a mão. Encaminhavas para onde mais te apetecia… tua boca, tua intimidade, teus mamilos… Cada toque excitava-te mais.
Sabias que não havia destino esta noite. A noite era aquilo mesmo, ir para bem longe e voltar do bem longe. 
Sem paragens. 
Apenas os nossos toques, desejos, vontades. Ali mesmo, sem paragens.
Tiras o cinto. Desapertas-me as calças. Seguras bem firme naquela dureza, tirando-a para fora. Deixando-a à tua mercê.  
Regalas os olhos. Mordes os lábios. Encostas os lábios bem junto ao meu ouvido e sussurras-me.
“ Agora quero que te venhas para a minha boca… ao mesmo tempo que quero ouvir-te gemer o meu nome… “
Foi um regresso perfeito, o teu nome foi gemido por mim. E engoles tudo aquilo que foi criado na nossa viagem.
Beijas-me… e deixas-me um: Até amanhã…

O teu sorriso diz muito… Foste, mas foste a sorrir…

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