quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Saciar o que há para saciar...



Subo as escadas. Segues-me.
Continuo nervoso. Não sei como irá correr. Nem sei se a coragem não irá abandonar-me.
Sentes esse nervoso miudinho.
À porta, olhas-me nos olhos. Perguntas-me se estou bem. Estou. Digo eu, com o mesmo sorriso…
Dás-me a mão. Sorris. Sorriso confiante e tranquilizante.
Vai correr bem… Iremos foder, matar esta fome. Saciar os nossos corpos.
Não quero mais, não queremos mais. Sabemos o que podemos ter um do outro…
Eu sei. Digo-te.
E se… E se…
Entramos, descalças-te. Ficas ligeiramente mais baixa. Abraças-te, beijas-me.
Sentes o calor do meu peito no teu rosto.
Pedes-me que te tire a roupa. O nervoso começa a desaparecer… Tiro-a!
Com ternura. Deixando-te em lingerie.
Fazes-me o mesmo. Mas, deixas-me nu.
Beijas-me os mamilos. Mordes ao mesmo tempo que me agarras e apertas o caralho com a mão.
Soltas um “ hummm “
Olhas-me lá bem de baixo. Sorris. E voltas a gemer ao saborear-me pela primeira vez. Expões e chupas aquela glande. Onde escorria a primeira gota…
Chupas cada vez mais rápido e mais fundo. Molhando-a, apertando-a. Engolindo-a toda até quase te sufocares. A tua saliva e aqueles fluidos já se fundiam à muito nessa boca. Fazendo todos aqueles barulhos que te davam prazer.
Paras… Fazendo-me soltar um gemido de reprovação. Queria mais…
Piscas-me o olho e sorris. Sorris com aquele sorriso provocador, ao mesmo tempo que mordes o lábio inferior.
Encostas os teus seios à parede. Elevas o queixo. Fazendo os teus cabelos caírem sobre as costas… As tuas mãos abrem, o mais que podem, o teu rabo.
Empinas o rabo, e ficas em bicos de pés. Para ficares à altura do meu caralho, pronta a ser agarrada, fodida. Mal tratada!
Agarro-te o cabelo, puxo-o! Bato-te. Marcando a minha mão em ti. Soltas um gemido de dor, dizendo o meu nome entre gemidos.
Fodo-te! Invado-te por completo. Trato-te tão mal quanto desejavas ser tratada.
Gemes tão alto e escorres tanto, que já as tuas pernas e tornozelos foram invadidos pelos nossos fluidos.
Fodo-te cada vez com mais força, enquanto te admiro ali, de rabo empinado e em bicos de pés. Pés tão excitantes.
Enquanto o uníssono dos nossos gemidos dita o que ali aconteceu. Tatuo o meu nome na tua alma… Deixando também o teu na minha.

Fodemos. Sim, fodemos!

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