domingo, 11 de dezembro de 2016

Na banheira




São 19h, apareces à porta do meu apartamento.
Abro a porta. Saio. Encosto a porta. Sussurro-te ao ouvido…
Sem olhar, sinto-te a tremer… se houvesse um buraco, enfiavas-te nele …
Dou-te a mão. Abro a porta e entramos.
No espelho da entrada, reparo que me observas… Os teus lábios tremem...
Vens com as unhas pintadas de vermelho. Mãos e pés. Gosto tanto. Deu-me uma vontade de tocar e beijar…
Mas não o faço.
Chegamos à porta do quarto.
Os teus olhos brilham, as tuas mãos tremem. Ficas sem jeito. Sem saber como colocar as tuas mãos, se na cintura, se unidas.
Pergunto-te se estás preparada…
Engoles em seco.
Com a cabeça, dizes que sim.
Abro a porta, e deixo-te entrar em primeiro.
Após dois passos, paras. Voltas-te para trás e olhas-me nos olhos.
- Vamos usar isto tudo?
Com o olhar naquele quarto e sem te olhar nos olhos… pergunto-te.
Usamos apenas o que quiseres usar… Mas há mais!
-Mais ainda? Perguntas-me enquanto me olhas nos olhos…
Gostas de me olhar nos olhos, dizes-me… Tranquiliza-te.
FODA-SE! Que não sejas sempre assim… Penso eu.
Molas para mamilos. Os teus são enormes.
Pelo menos, dão volume nesse vestido.
- Podemos tentar.
Diz-me enquanto me olha nos olhos.
Despe-te, toma um banho e vem ter comigo.
Dispo-me por completo… e vou admirando o seu corpo por trás daquele vidro transparente da banheira.
Entro e faço-a estremecer, quando sente as minhas mãos a percorrer-lhe o corpo pela primeira vez.
Desde os seus tornozelos, subo lentamente… a água escorre pelos nossos corpos, o meu caralho enrijece.
Agarro em dois frascos de creme, e despejo-os sobre o seu ânus, massajo-o suavemente com um, dois dedos… até que os faço entrar por completo.
Dois dedos, mais um… e aos poucos faço com que metade de cada dedo de uma mão esteja dentro de si.
Vira o rosto para trás e pede-me que a foda.
Não tenho aqui preservativos… tem calma
-Eu não me importo, juro. Quero é que me fodas.
Não! Digo-lhe… Calma, relaxa…
O seu corpo implorava por mais… sai da banheira, agarra nos preservativos e rasga um, dois, três… e coloca-os todos na banheira.

-POR FAVOR! Não me peças para relaxar, nem para ter calma… Estou a escorrer pelas pernas, não vês? Não sentes? Por favor… Fode-me…  Fode-me até à alma…


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