sábado, 17 de dezembro de 2016

Deixa-te de merdas e vem cá!




Não queria e nem devia. Mas ligo-te só para te irritar. Porque também me irritas por te desejar tanto.
Olá…
-Olá! Estás bem? Estou com saudades.
(derreto-me) Eu também…
-Se tens saudades. Vem cá! Vem saciar-te em mim.
(provoca-me) Assim? Do nada?
-Do nada, é melhor! Do nada é mais apetecível. Do nada se faz muita coisa e se alimenta outras tantas.
 (apetece-me) Que estavas a fazer?
-Estava com o telemóvel nos meus seios. 
Nua! A aguardar que me ligasses… aguardar que ele vibrasse, para me excitar e enrijecer os mamilos.
(cheio de tesão) E se eu…
-Calma, ainda não terminou. Estava com o vibrador que tenho na mala… aquele do tamanho de um dedo e que vibra. 
E com as pernas elevadas. Os pés no espelho do quarto, para ver bem a minha cona a ser fodida por este vibrador que tanto uso deste em mim…
(FODA-SE QUERO TANTO FODER-TE) E se eu não ligasse?
-Eu sei que tu ias ligar. Sais-te há momentos. Não ias resistir em me ligar. 
Estás louco por me foder, estás louco por me chupar os mamilos, agarrar-me as nádegas e foder-me a cona com esse pau bem duro. Ou pensas que não sei que é assim que me queres. 
Deitada e de pernas cruzadas por cima das tuas costas, enquanto me mordes os mamilos, fodes a cona e agarras-me as nádegas. E de vez em quando metes dois ou três dedos neste cu que já sente falta das tuas estocadas brutas.
(Sinto-me a escorrer) Odeio-te por me conheceres tão bem. E me foderes a mente ainda melhor…
-Só a mente?
A mente, o corpo… a alma.
-Deixa-te de merdas… Vem cá rápido. 
Enquanto falava e ouvia a tua voz, vim-me… não te apercebes o impacto que tens em mim? 
FODA-SE! Vem cá, deixa-te de merdas.
(baixo as calças… e vejo-me a escorrer…) Vou! Vou já. Quero-te pronta para ser comida.
-Vem, rápido. Que a refeição hoje, sou eu. E ao deitar preciso beber do teu leitinho…
(sinto-me perdido e louco de tesão) A caminho...

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