segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

As minhas regras... parte II




Saio do banho em modo triunfante, hoje foste o que eu quis, deixaste de ter esse poder sobre mim.Completamente despido e com as gotas a percorrer-me todo este meu corpo nu, regresso ao quarto e…
-Admirado?
Sim, sem dúvida. Tinhas saído, não tinhas?
-Não, apenas bati com a porta. Voltei para o quarto e agora, vais ver quem manda.
Hoje mando eu. Digo-lhe antes de ser silenciado com um dedo, humedecido na sua vulva, e colocado nos meus lábios. Aquele sabor intenso, faz-me ficar teso.
-Mas quem te disse que tens ou poderias ter esse poder? Tu és meu, não sou eu que sou tua. O jogo, continua a ser meu, as regras minhas e tu, tu continuas a ser meu quando eu quero.
Não era esse o teu desejo, apenas me querias provocar, para te foder, tal como te fodi à momentos. 
Fazer-te sentir dominada… Deixar de ser o teu príncipe encantado,te foder como um leão, te tratar como uma escrava sexual. 
Com um caminhar confiante aproximo-me e abraço-te, abraço apertado, carregado de vontades. 
Beijo-te, com a língua percorro todos os caminhos do teu corpo.
Aperto-te a face, faço-te ajoelhar e com essa boca aberta, meto o caralho bem dentro, devagar mas com todo aquele fervor que me percorre, sinto o desejo que te invade.
Mais a baixo, faço-te chupar cada testículo, enquanto me masturbo… sinto-me completamente envolvido com a tua saliva, molhado, louco de tesão.
Enquanto continuas a lubrificar-me por completo, com o olhar, procuro o óleo que quero verter sobre o teu corpo… encontro, rasgo-te as roupas que acabas de vestir, soltas um gemido, pego no óleo e faço-o escorrer desde os ombros até à cona. 
Desta vez soltas um grito de excitação, ao sentires aquele óleo frio a chegar-te ao clitóris e se envolver por toda a parte externa da tua cona. Massajo cada trilho desse corpo nu, marcado pelas roupas arrancadas à bruta, pelo óleo que escorre e se envolve com a transpiração de prazer.
Aperto-te os seios, os mamilos ficam rijos e hirtos… a tua respiração fica em sintonia com a minha. O uníssono dos nossos gemidos, transformam aquele momento de prazer, na música ambiente. 
Deito-te e mais a baixo, exploro-te por completo, com a língua, com todos os dedos que tenho na minha mão direita, enquanto gemes e agarras cada centímetro de lençol para o colocares na boca e silenciar aquele teu momento de pura excitação. 
Levantas o rosto para me ver afundar na tua cona, olho-te com um olhar safado, olhas-me com uns olhos de quem implora que acabe com aquilo e te rasgue por completo.
Subo, junto-te as pernas, entro e fodo-te… fodo-te à minha maneira. 
Levanto cada vez mais as pernas, para sentires cada centímetro, enquanto te coloco os dedos na boca, silenciando-te e dando-te o prazer de chupares o que trago de ti.
Vens-te e deixas-te cair num desgaste tremendo… rosto transpirado, seios rijos, barriga suada, cona bem lubrificada e pernas trémulas… as tuas forças esgotaram. As minhas, não!
Viro-te e por traz, fodo-te à bruta, gemes com cada investida que faço, sem piedade, entro com tudo… e acabo por me vir e deixar toda aquela tesão dentro de ti.
Não te abraço, não te dou carinho, não te beijo… levanto-me, também eu com as pernas trémulas, fazendo-me de forte… caminho até à porta e volto-me, para te ver hoje pela ultima vez… continuas com esse olhar, olhar carregado de tesão e carente de prazer.
Solto um sorriso triunfante… uma vez mais, quem mandou, fui eu. 
E tu gostaste!



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