terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Alimenta-me




Telemóvel toca…
-L611?
Sim…
-Quero que me uses para os teus fetiches, para os teus desejos. Que me faças tudo aquilo que mais desejares. Como nos teus textos…
Primeiro… Quem és?
-Alguém que nunca irás esquecer…
Veremos… De qualquer forma… Porque haveria de querer estar com alguém que nem sei quem é?
-Meu querido… tu irás saber quem eu sou, quando estivermos lado a lado. Agora, só te peço. Usa-me para teu proveito…. Pois o teu proveito, será a minha sobremesa.
Aguardo por ti no hotel… às 22h. Não suporto atrasos. Nem muito menos desculpas de ultima hora.
-Lá estarei…
Toque para o telemóvel, abro a porta do quarto. Ali estava ela…
Morena, pouco mais de um metro e sessenta, cabelos pelos ombros, sorriso lindo. Salto alto, unhas dos pés e mãos pintadas de preto…
Vestido e nada mais.
Seios ligeiramente descaídos mas, que sobressaíam naquele belo vestido.
-Então é aqui que irei ser tão tua quanto desejo…
Será aqui, ou a onde eu quiser!
-Gosto da tua voz autoritária e firme. Mas, comigo não resulta. Eu vou penar, e quem sabe implorar. Mas tu irás voltar a querer e não haverá um fim…
Enquanto tomo um duche, despe-te e senta-te na cadeira…
-Gosto da cadeira… abraço as costas da cadeira ou preferes que me sente e levante as pernas?
Que confiança… Vamos ver se és assim tão confiante daqui a pouco…
De joelhos na cadeira, de frente para a cama, abro-lhe as pernas, amarrando aos tornozelos a corda vermelha que se encontrava nos pés da cama.
Coloco a venda, mordaça de bola na boca e com a pluma percorro-lhe desde o pescoço até ao fundo das costas… causando um arrepio que a faz soltar um gemido. Volta-se e como se fosse possível olhar pela venda, tenta perceber o que irei fazer a seguir.
Seguro-lhe nas mãos, e ato-as atrás das costas. Pego numa almofada e coloco-a por cima dos seus seios, nas costas da cadeira. Confortável e pronta para mim.
Pego em quatro pedras de gelo e coloco-as sobre as suas costas. Acendo uma vela e faço cair umas gotas de cera sobre a sua pele… Abro um frasco de óleo e despejo-o por completo no seu corpo.
Com a língua percorro-lhe o ânus, desço à sua vulva e degusto todo o seu néctar ali libertado. Excitada e bem lubrificada, faço entrar dois dedos na sua cona… Tento perceber o que me diz… Paro, retiro-lhe a mordaça.
-Prefiro o teu caralho em mim. Fode-me… Ou invade-me com mais. Isso é pouco para mim.
Todo eu estremeço…
Com o caralho já teso, fodo-a e meto dois dedos no seu cu… Paro, ajoelho-me e saboreio aquela lubrificação natural vinda da sua intimidade.
Faço entrar, dois, três, quatro e por fim, os cinco dedos. Tenho a mão dentro da sua cona. Fazendo desaparecer por completo. Bem dentro, exploro-a, toco-lhe em todos os pontos da sua intimidade ao mesmo tempo que vou saboreado o seu ânus.
Solta um gemido abafado. Como se tentasse ocultar aquele seu momento de puro prazer.
Já cada gota de suor lhe percorria o rosto, seios e costas. Já a sua maquilhagem lhe manchava o rosto. Já as gotas de cera, gelo e óleo tinham desaparecido.
-Deixa-me te chupar esse caralho e também ficar com o teu sabor.
Devagar, retiro a mão e chupo cada dedo, ficando com o seu néctar. Em frente à cadeira, agarro-lhe nos cabelos, levanto o seu rosto e faço entrar o meu caralho bem teso na sua boca… Chupa-o até se engasgar… umas vezes devagar.
Outra rápidas e por fim, bem fundo. Sinto-me pronto a deixar aquele leitinho todo.
Paro. Recuo.
Volto para trás. Com a língua percorro as suas costas, desde o seu pescoço ao rabo. Esfregando o meu caralho na sua cona. Toco-me e faço sair aquele prazer. Encho-a de mim.
Lentamente, retiro as cordas e a venda. Sento-a. Olho nos seus olhos e pergunto. Pronta para mais?

-Espero que tenhas uma lista enorme de fetiches e que eu seja a tua cobaia. Sim, pronta para mais. Muito mais…

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