segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Puro prazer...



Por ti dispo-me de certezas e incertezas.
Dispo-me de pudores, dúvidas e receios.
Solto-me, provoco-te, desejo-te…
Teriam sido estas últimas palavras trocadas entre nós, minutos antes de nos encontrarmos.
Subi ao quarto de hotel, tinha-me apoderado da tua alma, e hoje iria apoderar-me do teu corpo e dos teus desejos.
Estavas no banho, quando abro a porta do quarto com a segunda chave que tinhas deixado na recepção para mim. Com o chuveiro ligado, não me consegues ouvir a entrar. Apago a luz da casa de banho. Perguntavas se era eu, não te respondia… Dispo-me e entro no chuveiro.
Por trás, afasto-te as pernas e sinto a água a percorrer-te e a chegar-me aos lábios carregadas de sabor, do teu sabor e do teu cheiro.
O meu corpo arrepiou-se ao saborear a tua cona. Teu sabor intenso, teu gemido e o quebrar de forças momentâneo que tiveste ao sentir a minha língua a percorrer a tua intimidade, fez-me ficar teso sem precisares de me tocar um segundo que fosse.
Com uma toalha, tapo-te a cara… no meio da escuridão que já havia, ficas completamente tapada de qualquer raio de luz, excita-te, gostas de te sentir possuída e invadida.
Desligo o chuveiro, ajudo-te a caminhar até à porta e…
Encosto-te a cara à parede, afasto-te as pernas, empinas o rabo e dou-te a primeira palmada. Ficas imediatamente marcada.
Essa doeu! Dizes-me enquanto mordes a língua.
Mas gostas.
Sorris.
Com a cara tapada e na parede, agarro-te os braços e cruzo-os nas tuas costas, agarro forte e entro nessa cona.
-Cada vez mais tarado e bruto.
Não te faças de santa… Ambos sabemos que és uma putinha e que andavas louca por ser fodida, fosse a onde fosse.
Por ti, até no parque de estacionamento do hotel já o teríamos feito.
-Irrita-me que me conheças tão bem…
Cada estocada forte e palmada que te dava, fazia-te gemer bem alto. Não haveria quarto ali perto que não ouvisse esses teus gemidos e o meu respirar. Isso dava-me prazer e a ti também, saber que algures, alguém estaria a ouvir os gemidos de prazer que libertávamos.
Tu és uma exibida e gosto disso em ti. Do teu à vontade. Das tuas loucuras.
Saio de ti quando menos esperas. Estavas já a gritar, e pedir-me que te fodesse com mais força.
-Estás parvo? FODE-ME! Estava a ser tão bom. Vem cá!
Calma minha putinha. Quero ver-te de gatas e a implorar por este caralho.
Tiro-te a toalha do rosto, faço-te ficar de gatas e mesmo antes de te invadir por uma vez mais, voltas a soltar o teu lado selvagem.
-Miauuuu!!! Vem cá foder a tua gata. De gatas, lubrificada e pronta para receber o meu gato bem fundo nesta minha intimidade, já à muito invadida.
-Quero que saibas… SE VOLTAS A PARAR, MATO-TE!
Com as pernas dobradas, fodo-te. Apoiando-me nas tuas costas com uma mão e com a outra a puxar os teus cabelos molhados, fodo-te cada vez mais rápido, cada vez mais bruto, cada vez mais fundo… Já o rabo estava tão vermelho de cada estocada forte. Acabas por ter um orgasmo e deitas-te, fazendo-me cair sobre ti…
Rebolas e vens masturbar-me, até me fazer vir para os teus seios, para esses mamilos rosados.
-Vamos ao banho. Quero-te pronto para a segunda!
Tenho que ir… hoje não dá para ficar mais tempo.
-Tu tens é que ir para o duche, hoje ficas até eu querer… E não há mais conversa, seu bruto! 

 #L611 #BurningW

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