terça-feira, 15 de novembro de 2016

On fire...




Tinha que ser assim…
Não era isto que tinha na mente, não era isto que tinha sonhado para primeira vez. 
Mas teve que ser, tinha que ser…
Apanho-te no local combinado… Já aguardava por mim, a sua voz ao telefone, dizia… vem-me buscar, cheguei, preciso de ti.
Entras, sorris. Fizeste-me soltar um sorriso sincero, carente de ti.
Não consegui marcar hotel, quarto, nada… Podemos ir para o estacionamento do…
Dizia isto e tu beijas-me os lábios…
-Podemos ir para onde quiseres…
Dizes-me, enquanto me começas a desapertar o fecho das calças. O teu beijo despertou desejos. Já me encontrava teso, duro.
-Continua a conduzir, leva-me para onde quiseres… Concentra-te na estrada, só te peço isso, por favor. De resto, deixa-me ser o que quiser.
Diz isso e de seguida faz entrar o meu caralho todo na sua boca.
Cada vez mais teso e mais fundo ia… O barulho do trânsito, do trabalhar do carro, da música, são abafados pelo som daquele broche, que se ia intensificando. Sentia-o a tocar no fundo da garganta, a sua saliva escorria, molhando-me as calças… No caminho era visível a sua cabeça a afundar e a levantar a cada investida. Todos podiam, quem por nós passava, via aquela cabeça, abrandava, travava... sorria.
Durou quase quinze minutos, onde, por fim, me venho para aquela boca quente… fazendo-a sorri, e engolir após exibir todo aquele leitinho na sua boca.
-Foi bom… mas agora, é a minha vez…
Sim, estamos a chegar…
Já parados no parque de estacionamento de areia da Praia, saio do carro, abro a porta do pendura, e de trás do pendura, abrigando-a do vento.
Deita-se.
Tiro-lhe as calças, cuecas… à bruta. Atiro tudo para o banco de trás.
Ajoelho-me no chão, sinto a areia da praia a trespassar as minhas calças, marcando os meus joelhos…
Chupo aquela cona, já tão molhada, tão cheia de vida…
-Chupa tudo, meu cabrão…
Gritava ela, cada vez mais alto, entre gemidos e respirações ofegantes…
Chupava e sentia que estava próximo do orgasmo…
-Já me vim, sabias? És tão filho da puta… Chupas tão bem…
Vira-se, agarra-se ao tejadilho do carro, empina o rabo…
-Do que esperas? Tira lá esse caralho, já deves estar pronto. Fode-me meu cabrão…
De calças pelos joelhos, de caralho teso e elevado, entro com tudo. Fodendo-a até à alma… Cada vez mais intenso e forte. Com palmadas cada vez mais fortes. Deixando-a tão vermelha, tão fodida…
Atingindo o orgasmo em simultâneo, quebramos… As forças foram com aquele orgasmo… todo aquele leite escorria-lhe pelas pernas, enquanto se tentava erguer após aquela foda, aquela momento de entrega.
-Deixa-me, passar todo este leite em mim. Quero levar esse leitinho como se do meu creme de excelência se tratasse…
Subo as calças e deixo-me apresentável.
Vou buscar a sua roupa, e ofereço-me para a vestir.
-Vestir? Estás parvo? Chegamos à menos de uma hora… Entra, deixa-me esticar as pernas aqui dentro e vem chupar-me uma vez mais…
Ali fiquei eu, de joelhos na frente do banco do pendura, com as suas pernas nos meus ombros, saboreando aquele néctar...



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