terça-feira, 1 de novembro de 2016

O anjo que vejo...




Não dá como, não há como, nem tenho como... não te desejar. 
Sigo-te no carro, até ao local que escolheste

Hotel!
Parque de estacionamento
Praia
Pensei nesses três locais... há tantos mais.
Escolhes a tua casa. Queres-me no teu mundo.
Estacionas. 
Pedes-me que te siga, apenas com o olhar.
Sigo-te, obediente como um cachorrinho.
Sobes as escadas, lentamente. Exibes esse teu rabo tão teu, tão carente, nessas calças que se moldaram a ti.
Abres a porta, viras-te e olhas-me nos olhos. O teu olhar muda! Enquanto te vais descalçando.
- Descalças-te aqui à porta. E na segunda porta à esquerda, entras. Despes toda a roupa, e aguarda por mim.
Não consegui dizer uma palavra que fosse... Fiz o que me mandou.
Chega, ainda vestida. Admira o meu caralho. Regala os olhos, e passa com as pontas dos dedos nos meus testículos.
-Agrada-me essa leveza. Sem pelos.
Começa a despir-se. Tento ajudar e recusa. 
-Quem te disse que era para saíres daí? 
Despe-se toda. Vai à gaveta e tira um lenço. 
Dá-me a cheirar, inalo aquele cheiro a baunilha. 
Passa-o na boca, nos mamilos... Passa-o pelo meu caralho e peito. Coloca-o bem dentro da cona, com a ajuda de dois dedos. Retira-o. Molhado.
Faz-me engolir essa parte do lenço, saborear. Fico com o seu néctar em mim. 
Vira-se, coloca a venda e diz-me:
-Agora, agora sim. Vem cá. Vem atar o lenço e depois dos olhos vendados. SOU TUA! Sou o anjo que vês, a puta que desejas. E tu, a foda que anseio.
Dobro-a sobre a cama. 
Joelhos no chão, sobre a almofada. Retiro o cinto das calças, dobro-o e marco-a com o cinto. Forte! 
Grita!
Deito-me a seus pés, beijo os pés, dedo por dedo, subo pelas pernas, e acabo a chupar o seu rabo... enquanto os meus dedos lhe massajam o clítoris. 
Os seus gemidos aumentam de volume, as suas unhas cravam-se nos lençóis, da cama que se encontra por fazer..
Subo ao encontro do seu pescoço, passando pelas suas costas com beijos... causando um arrepio. Roço com o meu caralho pela sua cona e cu, solto a minha primeira gota de prazer. Estou mais do que pronto, apenas preciso de deixar um ultimo aviso.
Enquanto subo, chego ao seu pescoço, beijo-o, acaricio o seu cabelo. Enfiando os meus dedos sobre ele...
Paro.
Fecho a mão com esses cabelos entre os dedos. Puxo contra o meu peito, contra as suas costas. Deixando aquele pescoço exposto. Lindo...
Chego perto do seu ouvido... sussurro!
" Na próxima vez, que me fizeres de cachorrinho e me deres ordens, ou continuas até ao fim, ou, não o faças. Caso contrario, irás ser tão fodida que nem forças terás para te levantares. "
Engole em seco. Seu corpo treme.
Deixo dois beijos junto à orelha. Pouso o cinto de lado, faço-me entrar por trás. Bem molhada, bem lubrificada. Tanto quanto o meu caralho, teso, duro a latejar. 
Coloco dois dedos de cada mão na sua boca, abrindo-a. Faço-me cair sobre o seu rabo e começo a dar estocadas leves, aumentando de ritmo, cada vez mais rápido, mais fortes... 
Fodendo-a como nunca, fodendo aquele anjo que ali via, a puta que eu desejava, a foda que ela tanto ansiava. 
Suas pernas começam a perder as forças, enquanto se ouvem os seus gemidos, o som dos nossos corpos um contra o outro, a cada estocada forte.
Vem-se num orgasmo que lhe assaltou a alma. Fazendo-a gritar e perder as forças. Tiro as mãos da sua boca, levando-a, continuo a foder à bruta.
Paro. Puxo-lhe os cabelos, faço-a vir para junto de mim. Tiro-lhe a o lenço dos olhos, cerro os dentes, mudo o olhar, obrigo-a a chupar-me os testículos e venho-me para a sua cara... deixando-a encharcada de mim.
Levanto-a, aproximo-a da minha boca, viro-lhe a cara e sussurro-lhe ao ouvido.
" É assim que se faz, é assim que se fode "





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