segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Hoje... foi como nunca.




Poderia escrever que nos entregamos, que fizemos amor. Poderia escrever que fui delicado, que foste doce. Poderia escrever tudo aquilo que gostarias de ler…
Mas não seria puro e verdadeiro. 
Assim, escrevo. Hoje fodemos.
Hoje fodemos.
Hoje fodemos como nunca, fodemos pela primeira vez. Senti a tua pele arrepiada na palma da minha mão, nas pontas dos meus dedos que te percorriam desde a cintura até aos seios. Senti os teus mamilos rijos. Senti as minhas mãos preenchidas pelos teus seios.
Os meus dedos, a percorrer-te o cabelo, a face. 
Saboreei os teus lábios. Envolvi a minha língua na tua, enquanto de olhos bem abertos via os teus fechados e a implorar. Um rosto a implorar por toque, por prazer.
Hoje fodemos mesmo…
A minha mão no teu rosto, meus lábios nos teus. A outra mão debaixo daquele vestido que tens, e que tão sexy te fica. Essa mão afasta as cuecas, e penetra-te, explora-te, fode-te com um dedo, dois… até que entram os quatro. O outro toca-te no clitóris, fazendo-te soltar o primeiro gemido. Fazendo-te abrir de imediato os olhos. Olhos carregados de prazer, desejo. Esses olhos imploravam por mim, suplicavam.
Mordes-me os lábios e fazes escorregar o vestido sobre essa tua pele. Caindo a teus pés.
Viras-te e pedes-me que te tire o soutien. Já não estava lá a fazer nada. Tiro-o e inalo o cheiro que os teus seios deixaram nele.
Ajoelho-me e com os dentes, tiro-te as cuecas… Já molhadas.
Levanto um pé, descalço esse salto alto. Levando o outro e faço o mesmo. Beijo-os.
Um fica em cima do meu ombro. Ficas com as pernas abertas e com as duas mãos, acaricias-me o cabelo. Enquanto eu…
Hoje fodemos como nunca.
Enquanto eu, com a minha língua, saboreio o teu pé, perna e chego à tua intimidade.
Sinto a minha língua a penetrar-te como nunca. Toda ela dentro dessa tua cona carente, exploro-a por completo. Entrego-me ao oral como se de uma reza se tratasse… 
Ali, de joelhos. Fodo-te com a língua. 
Tu, gemes. Sinto-te a contorcer e a esfregar a tua cona cada vez mais rápido na minha língua, na minha boca.
Deixo-te completamente lubrificada de mim, de ti e do nosso prazer.
Levanto-me, e sinto novamente a tua pele arrepiada na minha língua, nos meus dedos… Volto a tocar-te no rosto, a beijar-te e a deixar-te saborear o teu prazer. Toda aquela lubrificação natural que libertas.
Agora…
Agora, viro-te e encosto o teu rosto contra o armário. Faço-te empinar o rabo depois de te marcar com uma palmada. Seguro bem firme no meu caralho e faço entrar só a glande, fazendo-te respirar fundo.
Depois, entro com todo este caralho na tua cona e fodo-te à bruta. Estocada atrás de estocada, forte. Rápida. Ouvimos o barulho do armário contra a parede, os sons dos teus gemidos. O som abafado de cada estocada que te vou dando. E o uníssono dos nossos gemidos, acabam por ditar aquilo que fizemos…
Foder como nunca…
Volto a virar-te, beijar-te… e ao ouvido não te digo o que querias ouvir, apenas te digo.

Hoje fodemos como nunca…

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