sábado, 12 de novembro de 2016

Encantas-me...




Deitados no azulejo de casa, nossos corpos exaustos transpiram como nunca. Nossa respiração ofegante, nosso olhar brilhante…
São o reflexo do nosso prazer. Não há canto que não tenha presenciado a nossa entrega, a nossa paixão.
Todo o ar que agora libertamos, foi respirado a cada toque, estocada e gemido.
Deixamos o frio do outro lado da porta. Diria que aquela porta é a porta do prazer, fechada em tempos, aberta hoje para nos ver.
Roupas espalhadas… Tento manter uma respiração calma mas, não está fácil.
Após abrirmos a porta desta casa, a porta do prazer, tudo o que aqui havia, ficou com o nosso cheiro. Os quadros na parede, as flores que aguardavam a tua chegada, o cheiro a baunilha…
Entramos e…
Fecho a porta, por trás sinto-te a puxar-me a camisa, que a arrancas num só puxão.
Atiras para a tua esquerda, cai no chão da sala. As tuas unhas, percorrem-me desde os cabelos até ao fundo das costas, tua língua, teus lábios, tua saliva… Continuas a dominar-me. Ainda de costas, baixas-me as calças, boxers… despido. Afastas-me as pernas, tuas mãos sentem o meu rabo. Por baixo tocas-me nos testículos e chegas ao que tanto desejas, o meu pénis, já duro. Enquanto me dás mordidelas suaves no rabo, vais masturbando-me, até chegar ao ponto que liberto a primeira gota de prazer. Paras, recuas… com um dedo, ordenas-me que vá ter contigo, com o outro, apontas para onde me queres ver de joelhos. Bem por baixo dos teus seios, do teu umbigo. Tiro-te o top de alças e ficas com os seios despidos. Fazendo-te soltar o primeiro gemido ao sentires o quente da minha boca no teu mamilo e o fresco do meu sopro.
Na entrada, tiro tudo o que tenho por cima da secretária, pego-te ao colo, baixo-te as calças e as cuecas até aos joelhos. Deixo-as aí… prendendo-te os movimentos. Coloco-te de lado e entro em ti com uma estocada bem forte, ao mesmo tempo que te enfiava um dedo na boca e com o outro abria-te o rabo para ver aquele momento de puro prazer.
Soltas-te e ficas completamente nua. Corres pela casa, metes-te de quatro na mesa da cozinha e pedes que te foda o mais lento possível, queres adiar o teu orgasmo. Quase reviras os olhos ao te dar uma estocada tão forte que faz com que a mesa bata com estrondo contra a parede.
Voltas a soltar-te… voltas a correr, desta vez queres que me sente no sofá.  Sento-me, e sentas-te em mim. Movimentos rápidos e sonoros… cavalgas, como costumas dizer. Agarras-me nos cabelos e obrigas-me a saborear os teus seios enquanto continuas a cavalgar como uma doida… Voltas a parar. A sair de mim. Gosto desse teu domínio, mas não consigo adiar muito mais.
No quarto, deitas-te na cama, abres as pernas, tocas-te e dás palmadas suaves na cona. Aqui… vem aqui foder-me… dizes-me enquanto abres e levantas as pernas para me receber. Seria ali o final daquele momento louco, pensava eu. Fodia-te como nunca, sentia-me a entrar em ti bem fundo, o meu corpo transpirava e colava ao teu. O teu olhar mudava, os teus gemidos ouviam-se em toda a casa… Abraçavas-te ao meu pescoço enquanto me sentias a foder-te. Recuas as pernas, colocas os pés sobre o meu peito torneado e transpirado… e afastas-me.
Gritas e gemes ao mesmo tempo que me chamas de tesão. És um tesão, não consigo te resistir, minha tesão, meu tarado, meu cabrão.
Levantas-me e agarras-me o caralho. Encaminhas-me até à entrada, onde está a tua roupa. Ajoelhas-te e engoles cada centímetro desse prazer. Pedes que me deite, afastas-me as pernas, tocas-me nos testículos e fazes-me vir para a tua boca… chupas até que não saia mais nada… depois, libertas todo esse meu esperma, em fio, da tua boca pelo meu peito… sorris, piscas-me o olho e dizes que é o nosso óleo para o que ainda aí vem.
Deitas-te a meu lado nesse chão frio… e sorris ao mesmo tempo mordes o lábio inferior e te perdes em pensamentos.

#L611 #BurningW  

Sem comentários:

Enviar um comentário