terça-feira, 22 de novembro de 2016

Ao meu ritmo....




Aqui bem por cima de ti…
Olho-te, admiro-te…
O teu olhar brilha, o teu rosto transpira, os teus cabelos perdem a sua ordem.
As feições suaves que tinhas, desaparecem. Ficas possuída, ficas fora de ti.
Agrada-me tanto…
Deixas o teu lado meigo e doce de parte e soltas o diabo que há em ti.
O meu braço esquerdo aguenta com o meu peso… E com as estocadas suaves mas fundas que te vou dando, enquanto te olho.
Enquanto te acaricio o rosto com a mão direita…
Percorro o teu cabelo, tentando organizar cada ponta.
Mordendo o lábio inferior e olhando-te nos olhos… fodo-te com mais força…
A tua respiração aumenta de intensidade. Agrada-me tanto… sinto o teu cheiro.
Sinto-te tão bem lubrificada de mim e de ti, que paro… Quebrando aquele momento. Irritas-te! Tão bom ver-te assim, irritada e possuída.
Elevo-te as pernas, lambo os nossos fluidos que te escorrem…
Seco-te, molho-te. Entro em ti com dois dedos e vou massajando o teu clítoris. Agrada-te. Sinto!
Antes de te voltar a baixar as pernas, marco-te com uma valente palmada no rabo, ficas com a minha mão cravada, marcada nesse rabo.
Gemes e chamas-me cabrão!
Isso é música para os meus ouvidos.
Volto a entrar em ti… apenas com a glande, lubrificando-te.
Imploras que meta tudo, fundo, rápido… à bruta.
E isso agrada-me…
Cruzo as tuas pernas com os meus braços, entrelaçando os meus dedos por trás do teu pescoço. Ficas tão presa em mim, que só quando eu ceder irei soltar.
Sabes que não irei perder o vigor…
Sentes-te minha.
Cada vez mais fundo, mais forte, mais teso… fodo-te. Rasgando-te e levando-te à exaustão… Vens-te, cerras os dentes, mudas o teu olhar.
E voltas a chamar-me de cabrão. Foi tão bom, meu cabrão. Dizes tu…
Relaxo, solto-te. Levanto-te as ancas, viro-te de quatro e fodo-te, até todo aquele néctar que liberto te deixe tatuada por mim.
Deixas-te cair… caio sobre ti, abro-te as pernas, e enrosco-me em ti.
Ficando ali, a aguardar por uma palavra de ordem.

Vá, continua a foder-me… é só o que quero ouvir.

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